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DNA

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Sou um poeta! Escravo do que escrevo,

réu do que silencio; senhor, apenas,

de míseras quimeras, às quais devo

a minha vida, obra e as duras penas.

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Não que não me divirta com o esmero

dos mestres que me antecederam. Penas

que deram a minha alma e ao meu selo

as formas,  fôrmas, fórmulas, apenas.

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A eles consagro esse augusto farol

que me guia, orienta e me põe a salvo,

não das tormentas, mas da calmaria,

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para que meu pobre coração vol-

te das trevas e – sol – tome de assalto

a vida que eu pedi a Deus um dia!

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Antonio Thadeu Wojciechowski

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~ por polacodabarreirinha em 10/01/2010.

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